sexta-feira, 27 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
Sacanagem
Olá, me chamo Gian, venho por intermédio desta representar o Redson (vocal da banda Cólera), para solicitar a retirada do material da banda para download, do seu site. Os direitos estão reservados ao Cólera, e é totalmente ilegal a postagens dos conteúdos sem autorização de alguém que detém os direitos. Por isso, peço novamente e amigavelmente, que retire todo o conteúdo da banda Cólera.Dentre o período de uma semana voltarei a efetuar uma busca em seu site a fim de encontrar os conteúdos acima descritos, que, caso continue em seu site, terei que tomar decisões mais radicas. Obrigado a atenção.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
Olho Seco
Compilação que reúne 3 shows do Olho Seco:
"A Um Passo do Fim do Mundo 2001"
"Hangar 110 21-08-99"
"Fundição Progresso Rio de Janeiro 98".
sábado, 18 de julho de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
domingo, 12 de julho de 2009
sábado, 11 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
quarta-feira, 8 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
segunda-feira, 6 de julho de 2009
domingo, 5 de julho de 2009
sábado, 4 de julho de 2009
Muddy Waters
sexta-feira, 3 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Isabel Campos
Há dias atrás, tive a oportunidade conhecer e de começar a me corresponder com a poetisa Isabel Campos. Ainda não tenho muitas informações sobre ela, mas sei que é de Cubatão em SP e que é professora. Seus textos falam de diversos assuntos, mas sempre com sentimento e com razão. É autora do livro Palavras Vivas, lançado em 2009. Aconselho sua leitura. Abaixo transcrevo uma de suas poesias, que por sinal me tocou muito. Visitem sua página na Web, http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=54746
SE EU TIVESSE UM NAMORADO
Se eu tivesse um namorado
Acordaria dois rouxinóis
Dentro de mim
Se eu tivesse um namorado
O coração em cada gesto
Em Cada olhar
Em cada poro
Explodiria
E cresceriam asas
Riscando o azul
Mãos dadas
Ao sabor
Do vento
Do vinho
Da vida
Se eu tivesse um namorado
Deixaria marcas
De mil beijos
Em sua alma ensolarada
Se eu tivesse um namorado
Lhe daria minhas retinas
Enluaradas
Se eu tivesse um namorado
O convidaria a escutar
Um poema de amor
Se eu tivesse um namorado
Descortinaria novos cenários
À beira do caminho...
Por ora,
Entre um capuccino
E um pão de queijo
Ouço Yanni
Alimento meu cãozinho
Mato a sede
Das plantas
Embriago-me
Com Baudelaire,
Pessoa,
Neruda...
No balanço da rede
Olho para o céu
Estrela cadente,
Onde esta meu namorado?
quarta-feira, 1 de julho de 2009
terça-feira, 30 de junho de 2009
Rock da Mortalha
O Embrião do Rock da Mortalha começou em 1968 no bairro do Ipiranga em São Paulo, através da dupla Orlando Lui (Baixo e Vocal) e Marcos Baccas (Guitarra e Vocal) e chamavam-se “Os Bizimbetas”. Em 1969 mudaram o nome para “Missa Negra”, em paralelo a dupla fazia participações nos grupos de baile. Em 1969 tocaram com “Os Jades”, em 1970 com o “Apollo 5” e com “Os Beatmans”, no final de 1970 e início de 1971 com os “Slaves Of Drug” e com “Os Belsons”, em 1972 com “Os Flippers” e com “Os Sifu’s”, o último conjunto de baile com quem tocaram. Em Setembro de 72 Orlando (Landinho) contraiu hepatite e ficou recluso por três meses. Fora visitado diariamente por Marcos e ambos começaram a compor repertório próprio, marcado por um “Hard Rock” cantado em português. No verão de 1973, Orlando, inspirado em gibis de terror e com uma queda para o mundo místico, sugere o nome da lenda: “Rock da Mortalha”. Com a adesão do baterista Julinho, surge o trio tupiniquim com o Rock mais pesado da época. Passaram a usar vestes negras, capas de morcego, tarjas e botas de soldado. No repertório os temas eram a eterna luta do “Bem” contra o “Mal”, reencarnação, a busca do conhecimento transcendental e magia. Em Janeiro de 1975 participam do I Festival de Águas Claras em Iacanga, encerraram a noite com uma performance que eletrizou seu primeiro grande público. Nessa noite uma galera argentina registrou-os em fita cassete, foram vistos como o “Black Sabbath Tupiniquim”. Um ledo engano e confortante exagero, pois buscavam uma identidade própria, eram originais e muito diferentes das bandas de Rock Paulista da época. A partir de então, o nome Rock da Mortalha começa a ecoar pelos quatro cantos o país. Onde tocavam faziam estremecer a cena “Underground” da época. Numa época em que não se cogitava o Black Metal eles já faziam um show com performances macabras. Na abertura dos shows, Orlando escondia a face sob a luz negra e portando um crânio humano iniciava um ritual macabro. Monologava sobre nosso cotidiano infernal enquanto o som tétrico e as nuvens movediças de gelo seco envolviam Lola, um dantesco bailarino performático. Em seguida, Marcos arrancava “riffs” poderosos da partitura da Morte e o público era abençoado pelo “anjo” do Rock’n’Roll. No ano de 1977 chegaram a gravar em 4 canais no Estúdio da Pirata, do Aurino (irmão de Eduardo Araújo), mas este trabalho nunca foi lançado. Receberam convites sinistros de empresários e seitas satânicas. Nessa época foram rotulados de fazer um “Rock Putrefato Pesadíssimo”. Houve fãs e seguidores que se vestiam à caráter, um deles chegou a levar um caixão em um dos concertos. Participaram de programas de TV, vários festivais, tocaram em inúmeros teatros, clubes, salões de bailes e em muitas “bocadas”. No ano seguinte (1978) a banda chega ao auge, mas numa reviravolta troca de músicos, muda de visual e termina em 16 de Abril de 1978. Mudando o nome para “Xock”, Orlando e Marcos persistem, e na minha opinião, criam o melhor som da banda: Dr. Fausto. Ao começar a década de 80, depois de alguns contratempos e desentendimentos, mudam de nome para “Crisálida”, mas ai começa outra longa história... Infelizmente, Marcos e Orlando faleceram há pouco tempo. Seu primeiro baterista, o Julinho, perambula por ai (dizem que é um morador de rua na Vila Liviero), como um fantasma bêbado atormentado pela própria lenda. Lola, o dançarino performático, está em Campinas, vive na casa com os pais, lá ele é conhecido como Lótus Rock. Última formação em 1979: Orlando Lui (Baixo e Vocal), Marcos Baccas (Guitarra e Vocal), Marco Carvalhanas (Bateria), Participação Especial de Lola (dançarino). Esta gravação é somente uma homenagem a esta Revolucionária banda que estava muito além do seu tempo, a qualidade não é o mais importante e sim o registro histórico deste material, é um ensaio gravado sem grandes recursos.(Extraído do texto de Raymundo Raine publicado no site:"A BARATA" em memória de Orlando Lui (Landinho), falecido em 23 de Dezembro de 2003. Adaptado e atualizado por Ricardo Macedo do blog Ricardo e Suas Coisas)
segunda-feira, 29 de junho de 2009
domingo, 28 de junho de 2009
Monsters of Rock
sábado, 27 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
quarta-feira, 24 de junho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Arnaldo Baptista
domingo, 21 de junho de 2009
sábado, 20 de junho de 2009
Metal Rock
sexta-feira, 19 de junho de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
domingo, 14 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
quinta-feira, 11 de junho de 2009
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Arnaldo Baptista
Baixe o press book do filme, é muito legal. Para mais informações visite o site canalbrasil.com.br/loki
terça-feira, 9 de junho de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
The Rolling Stones
O que é que tem em More Stoned Than You'll Ever Be de diferente de tantas outras antologias que existem por aí abordando esse mesmo período? São gravações raras realizadas nos estúdios da BBC que vão desde as primeiras demos de 1963, até as sessões de gravação do álbum Exile on Main St. (1972) em 1971. Muitas músicas inéditas e versões alternativas nunca lançadas anteriormente como: “Baby What's Wrong”, “There are But Five Rolling Stones”, “Andrew's Blues”, “And Mr.Spector and Mr.Pitney Too”, “Cops and Robbers”, “Mona” , “Stewed and Keeped” e muito mais. Em suma: é praticamente o cálice sagrado dos Rolling Stones, para deixar você mais doido do que nunca esteve!






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